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Presidente ressalta importância do setor industrial para o crescimento do País

03.07.2018

Em evento de abertura do Encontro Nacional da Indústria (Enai), convenção anual do setor industrial brasileiro, o presidente da República, Michel Temer, ressaltou a importância do debate para o crescimento do Brasil. “Eu vejo aqui pessoas que têm muita vocação para o empreendedorismo, para o crescimento do emprego e progresso de nosso país. Como tudo que a indústria faz, eu sei que este encontro é com os olhos postos no futuro”, afirmou.

Em sua fala, Temer destacou ainda os importantes avanços do Brasil realizados nos últimos dois anos, como a aprovação do teto dos gastos públicos, a modernização trabalhista e a reforma do ensino médio. Além disso, destacou os debates sobre as reformas da Previdência e tributária, colocadas em pauta durante seu governo. “Nós avançamos, mas, convenhamos, nós avançamos até um certo ponto, porque isso demanda um longo e largo período. Nós temos apenas dois anos de governo e fizemos reformas fundamentais e outras que nós colocamos na pauta política do País. Ninguém pode ignorar que a reforma previdenciária é fundamental”, destacou. Temer alertou ainda para a importância de se debater essas reformas com os candidatos à Presidência do País.

Organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o encontro reúne empresários, sindicatos e federações de indústrias e é considerado o maior da indústria nacional. Durante o encontro, lideranças empresariais se reúnem para alinhar e validar posicionamentos, com foco nas ações de defesa da indústria nacional e no desenvolvimento da competitividade do setor.

“Recuperamos as condições de planejar o futuro. Estamos aqui para pensar a modernização de nosso parque industrial, a evolução da economia brasileira, os rumos de nosso desenvolvimento”, afirmou o presidente. A prioridade do evento deste ano, que ocorre em Brasília, é promover o debate e a reflexão sobre o cenário que será enfrentado pelo novo governo e pela indústria e, consequentemente, pela economia brasileira.

FONTE: Planalto