Valor Econômico

Com reformas do governo, em breve teremos boas notícias, diz Anfavea

25.04.2017

presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antônio Megale, entregou nesta terça-feira ao presidente Michel Temer um estudo para reorganizar o setor automotivo no Brasil pelos próximos 15 anos e declarou apoio às reformas da Previdência e trabalhista.

Nizan Guanaes - Folha de São Paulo

Hoje precisamos também “vender” o Brasil para os brasileiros

25.04.2017

“Vamos botar as coisas na perspectiva certa. A Lava Jato é um ativo do Brasil. A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, disse isso outro dia. Qual é o país emergente que está fazendo um processo tão profundo e abrangente como esse? A China, a Rússia e a Índia não estão. O Brasil está.

O Estado de São Paulo

Persistente queda da inflação

23.04.2017

Não são poucos os economistas de instituições financeiras privadas que preveem IPCA abaixo de 4% neste ano, o que deve propiciar maior alívio da política monetária

Folha de São Paulo

Reforma da Previdência ou crise

23.04.2017

Em nenhum momento nos deparamos com déficit público acima de R$ 150 bilhões como temos agora. A urgência hoje é muito maior, sem falar dos números sobre o envelhecimento da população.

Eduardo Cucolo - Folha de São Paulo

Há uma grande conspiração por trás dos números da Previdência?

21.04.2017

Há uma grande conspiração no Brasil. Os culpados são os números. E os técnicos responsáveis por eles. Tudo começa porque questões importantes para o país “não são discutidas suficientemente com a sociedade”. É a crença de que a sociedade pensa como você e, quando for ouvida, vai dizer exatamente o que você quer.

Pedro Passos - Folha de São Paulo

Sem reforma na Previdência, há risco de uma longa estagnação econômica

21.04.2017

“Hoje, o déficit com a aposentadoria de 1 milhão de servidores federais supera o saldo negativo do pagamento de benefícios a 33 milhões de pessoas da iniciativa privada. Não pode ser assim. Se nada for feito, em 2060 a Previdência consumirá o equivalente a 25% do PIB, um compromisso insustentável em qualquer economia do mundo.”